quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FAMÍLIA, O PILAR DA SOCIEDADE SUSTENTÁVEL

Ao contrário do que a nossa sociedade dita “moderna” tem anunciado e vivenciado, a família ainda é, e continuará sendo o principal alicerce da formação de um mundo sociavelmente mais justo e equilibrado. Já diziam no passado certos sociólogos: “A família é a célula mãe de toda a sociedade”. Esta afirmação não deveria ser meramente um punhado de palavras sem importância e que ficaram presas ao passado, mas ser vivida na prática social de cada indivíduo, principalmente e primordialmente entre os cônjuges, tanto nos dias atuais como nos vindouros, haja vista os crescentes, complexos e profundos problemas vividos no âmbito social vigente.
Mas o que constitui uma família? Qual a origem e quais as suas responsabilidade?
Em primeiro lugar deve-se destacar que a família não teve origem na mente de um cientista, sociólogo ou ganhador de algum prêmio Nobel. A origem da formação da família vem do próprio criador dos céus e terra. Deus ao criar a humanidade verificou e testificou que não seria bom que o homem, (sexo masculino), vivesse só, mas que faria para ele uma auxiliadora, (sexo feminino), que lhe fosse idônea. Homem e mulher deveriam agora unir-se um ao outro formando os dois uma só carne. Este mistério prefigurou a criação da família e tem um peso enorme no centro de todo discurso filosófico ou prático em favor da sustentabilidade da mesma.
Nota-se claramente que sendo ambos uma só carne, deveriam então observar os princípios que norteariam todo o contexto, sem o qual trariam problemas e conseqüências até então inimagináveis.
O princípio da fidelidade e da aliança comprometedora foi estabelecido e autenticado no reino espiritual e terreno, gerando então o casamento que teria como objetivo a perpetuação da espécie humana e a realização pessoal de cada indivíduo e, por conseguinte um mundo mais justo e equilibrado. Não é por acaso que antes de assumirmos definitivamente esta aliança, somos argüidos de nossa responsabilidade diante de Deus e demais testemunhas nas regiões celestes e terrena formulando um voto: “Ser fiel na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza ou na pobreza, amando e respeitando todos os dias até que a morte os separe”.  Observe que esse tipo de voto transforma o amor sentimento em amor compromisso. Aliás, o amor é compromisso.  Compromisso acima de tudo com o Criador e Mantenedor de todas as coisas. Um voto é algo que deveria ser levado a sério sob pena de graves conseqüências para nós e para os outros. Este fato é tão relevante que somos advertidos que é melhor não fazer um voto do que fazê-lo e não cumpri-lo. Atente para o texto abaixo:
“Guarde o pé quando entrares na casa de Deus; chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolo, pois não sabem que fazem mal. Não te precipite com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está no céu, e tu, na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras. Porque dos muitos trabalhos vêm os sonhos, e do muito falar, palavras néscias. Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolo. Cumpra o voto que fez. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras. Não consintas que a tua boca te faça culpado, nem digas diante do mensageiro de Deus que foi inadvertência; por que razão se iraria Deus por causa da tua palavra, a ponto de destruir as obras das tuas mãos?” (Eclesiastes 5:1-6).
Caro leitor deste artigo, deu pra entender a seriedade do compromisso assumido em um casamento?
A falta na observância deste elemento tão importante na geração de uma família ainda em estado embrionário é sem dúvida alguma o principal ponto de partida para as crises conjugais e familiares subseqüentes.
Indo um pouco mais além...
O que constitui uma infidelidade? Qual a sua causa e efeito? O que caracteriza uma quebra de aliança conjugal ou um adultério? Onde é formulada tal conduta?
Se formos capazes de responder com clareza a tais perguntas, chegaremos então ao âmago da questão.
Mas essa questão será assunto de uma nova postagem.
A paz de Cristo esteja contigo.
Rogério Lima.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A TRAGÉDIA SE REPETE

Roberta e seus pais
Provérbios 26.2 diz: Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu vôo, assim também, a maldição sem causa não virá.

No dia 2 de outubro de 2010 o casal Wilson Tafner e Teresa Cobra foram assassinados em Alphaville, na Grande São Paulo. Tafner foi morto no quarto, com 10 facadas. A mulher dele foi assassinada no corredor, com 16 facadas. Diante das suspeitas, Roberta Tafner e seu marido, William Souza, foram indiciados por homicídio triplamente qualificado e tiveram suas prisões decretadas. O motivo do crime, de acordo com as primeiras investigações foi que Roberta, a filha do casal e o marido queriam ficar com a herança dos pais dela, um patrimônio avaliado em R$ 60 milhões.
Essa história está se repetindo. Em novembro de 2002 outro assassinato chocou a opinião pública. O engenheiro Manfred von Richthofen e sua mulher, a psiquiatra Marísia, foram mortos depois da execução de um plano arquitetado entre Suzane Richthofen e seu namorado Daniel Cravinhos. A família não tinha problemas financeiros. A filha estudou em um dos melhores colégios da cidade, falava 3 idiomas, era estudante de direito numa boa faculdade.

Diante de fatos como esses fica uma pergunta: O que aconteceu? Não seria as condições financeiras bem resolvidas, e a formação intelectual e profissional, o suficiente para deter tais tragédias?

Como podemos verificar, a resposta é um grande NÃO!

O problema está vinculado com a formação do caráter. Segundo o dicionário Aurélio, caráter pode ser definido como o conjunto das qualidades (boas ou más) de um indivíduo, e que lhe determinam a conduta e a concepção moral. Já dizia o filósofo Aristóteles: " Nosso carater é resultado de nossa conduta.". O caráter de uma pessoa começa a ser formado ainda nos primeiros meses de vida, e vai sendo construido ao longo dos anos que se seguem. São formados pelos valores agregados que são recebidos principalmente por aqueles que estão próximos, como guardiões e responsáveis. Neste sentido é possível afirmar que a família tem um papel indispensável e primordial na formação do caráter do indivíduo. Os pais sem dúvida alguma são totalmente cumplices deste processo, e a falta da participação afetiva e efetiva na vida dos filhos é sim, um elemento degradante e corrosivo para o caráter dos mesmos. Não basta ter recursos materiais; não basta "enganar" os filhos com bens de consumo e outros aparatos; não basta os melhores colégios, as roupas mais caras ou o melhor da tecnologia. A presença da mãe e do pai no cotidiano da vida dos filhos faz toda a diferença. O problema é que estamos vivendo uma sociedade que inverteu os valores. O movimento sutíl e deteriorante da cultura pragmática e edonista presente principalmente na mente dos pais "modernos" estão lesando a formação do caráter dos filhos. Na atual conduta paternal, o que importa é o prazer, não dos filhos, mas dos próprios pais. É a cultura do prazer pelo prazer, não importa o preço que se pague. Os país "modernos estão mais preocupados com suas posições sociais, com as aparências, e na satisfação pessoal. Os filhos "modernos" estão sendo ensinados a competir e alcançar sempre os primeiros lugares, mesmo que seja preciso passar por cima da ética e da moral, até porque muitas vezes são reflexos da própria imagem de seus progenitores. Para terem todos os aparatos tecnológico "necessário", os pais tem que trabalhar até consumir todo o tempo. Os filhos que deveriam receber o aprendizado básico com eles, são deixados nas mãos de creches, babas, avós, tios, vizinhos. Os pais desta nova geração esquecem que de fato o ser humano necessita de pouca coisa. Além da alimentação, abrigo, atenção e carinho, ele precisa de Deus. Os pais precisam ensinar seus filhos a buscar a face de Deus, a depender de Deus, orar com eles, ensinar sobre as coisas espirituais, tais como, céu, inferno, morte e vida eterna, Deus e o diabo. Esses assuntos devem também fazer parte da vida dos filhos, afinal de contas não somos apenas matéria.
Sem sombra de dúvidas, a ausência do ensinamento por parte dos pais dos valores espirituais no aprendizado de seus filhos é um dos fatores que tem colaborado com o aumento da violência na família, na escola e na sociedade em geral.

Nessa sociedade consumista e materialista que tem surgido nos últimos tempos, logo notícias como as que foram apresentadas acima serão uma rotina na vida de muitas famílias.

Lembre-se:  Se O SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.(Sl 127.1)  -  Ensina o menino no caminho em que deve andar. e mesmo quando envelhecer não se afastará dele. Proverbios 22:6

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O BISCOITO

Uma jovem estava a espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar várias horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou também um pacote de biscoitos.
Sentou-se numa poltrona, na sala vip do aeroporto, para poder descançar e ler em paz. Ao lado da poltrona onde estava o saco de biscoitos sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.
Quando ela pegou no primeiro biscoito, o homem também tirou um. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou:

- " Mas que atrevido! Se eu estivesse com disposição, dava-lhe um soco no olho, para que ele nunca mais se esquecesse desse atrevimento."

A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo foi deixando-a cada vez mais indignada, mas não conseguia reagir.
Quando restava apenas um biscoito, ela pensou:

- "Ah... o que esse abusado vai fazer agora ?"

Então o homem dividiu o último biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.

Ah! Aquilo era demais. Ela estava soprando de raiva. Então pegou no livro e no restante de suas coisas e se dirigiu a porta de embarque.
Quando se sentou confortavelmente numa poltrona, já no interior do avião, olhou para dentro da bolsa para tirar os óculos. Para sua grande surpresa, viu intacto o pacote de biscoitos que tinha comprado.

Sentiu uma imensa vergonha. Percebeu que quem estava errada era ela. Havia esquecido que tinha guardado o pacote de biscoitos dentro da sua bolsa. O homem tinha dividido os biscoitos dele com ela, sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado. Entretando ela havia ficado muito transtornada pensando estar a dividir os biscoitos dela com ele, e já não havia ocasião para se explicar... pedir desculpas.

Lições preciosas podemos tirar para a nossa família.

1º - Nem sempre temos razão.

2º - As aparências enganam.

3º - As vezes pensamos em fazer o mal, ( e fazemos ), com aqueles que nos querem o bem.


 
concluindo...

EXISTE 4 COISAS QUE NÃO SE PODE RECUPERAR:

- A pedra depois de atirada.
- A palavra depois de proferida.
- A oportunidade depois de perdida.
- O tempo depois de passado.

CUIDE BEM DE SUA FAMÍLIA, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

AMOR MAIS QUE PALAVRAS

A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado dela está seu noivo Nick de 23 anos..
  
 A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos EUA. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação.  Nick aguarda o fim das sessões.
 Apesar de sentir muita dor, e vários órgãos estarem apresentando falências e de ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes.


O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.


 Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.


O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.


 Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.
 No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco. A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.
Katie morreu 5 dias depois do casamento.
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba." - I Cor. 13.

QUEM AMA CUIDA. QUEM NÃO CUIDA, NÃO SABE O QUE É O AMOR.

Outra lição preciosa:   Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios, nos faz pensar... 
NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS.
ACREDITE!
AINDA QUE TODAS AS CIRCUNSTÃNCIAS DIGAM QUE NÃO.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

DOR DA ALMA

TENTANDO EXPLICAR O INEXPLICÁVEL

Falar sobre dores da alma é falar sobre um tipo de dor extremamente maior do que as dores físicas, até porque as dores da alma influenciam diretamente na intensidade com que sentimos as dores no nosso corpo. Essas dores podem ser muito bem traduzidas por uma noite escura, ou um grande vazio, como se tivéssemos nos deparando com um abismo infinito, do qual nos parece nunca mais sairemos para encontrar o caminho de volta para a luz. É como se a vida tivesse levado para longe de nós o nosso sonho de felicidade. È uma dor inexplicável, uma dor que insiste em doer mesmo quando não estamos conscientemente pensando nas circunstâncias que causaram a dor. Dormimos com ela e quando acordamos, ela ali permanece. Dói o peito, dói os olhos, dói o coração, e as vezes dói tanto que não sabemos bem onde dói. Todos os anos possíveis gastos em terapia podem até amenizar os sentimentos dolorosos, mas não poderá apagá-lo. O tempo também não apaga. Mesmo que a memória procure mil maneiras de esquecer, haverá sempre aquele dia, e até varias vezes no dia,  em que um fato ou qualquer outra coisa nos fará recordar, e junto com a recordação, como num ciclo vicioso, a sensação da dor, ainda que em menor escala, encontra o seu lugar. Sempre haverá datas, locais, momentos e fatos que nos farão sentir aquilo que não desejávamos mais sentir. No princípio, como um mecanismo de defesa que nos protege contra o sofrimento e contra o embate imediato das mudanças bruscas que teremos que enfrentar, tentamos negar o fato traumático, mas pouco a pouco teremos que confrontar a realidade da perda e adaptar-se a nova situação que virá acompanhada da baixa auto-estima, sentimento de derrota e depreciação da vida. Em seguida vem a raiva que resulta de uma grande frustração. Mistura-se nessa confusa, complexa e perplexa situação, uma profunda tristeza que assola a alma e nos faz repensar no valor e sentido da própria vida. Começamos então a questionar os próprios sonhos.

Em quadros como esse, é normal sentir que os sonhos se foram e a sensação é que eles já não se fazem mais necessários, porém é exatamente nesse momento que devemos mantê-los de pé, firmes e intocáveis. São os sonhos e o desejo de que se realizem, que nos ajudarão a caminhar dentro dessa nova e dolorosa realidade. Lettie Cowman afirma: “A provação vem não só para testar o nosso valor, mas para aumentá-lo. O carvalho não é apenas testado, mas fortalecido pelas tempestades”.

Mas como? Essa deve ser a pergunta mais importante de nossas vidas! Como é possível viver assim? Se você tem passado a vida olhando para trás pensando no que perdeu, ou olhando para frente, ansioso com o que ainda virá, você pode estar perdendo um dos maiores e mais importantes espetáculos que está acontecendo agora mesmo e que se chama: HOJE! Para isso, vamos pensar no dia de hoje! Quantas pessoas estão nesse exato momento internadas, recebendo a notícia de que não vão mais poder andar... nunca mais... ou que ficarão cegas e não poderão ver o sorriso lindo de uma criança feliz, ou uma flor se abrindo na primavera? Agora, olhe para você! Me diga: quão abençoado é você! Então, temos ou não mil e uma bênçãos pelas quais agradecer? Sabe por quê? Porque “embora ninguém possa voltar atrás e escrever um novo começo, cada um de nós pode começar agora a escrever um novo final para a sua história”. A gratidão é sem dúvida alguma um poderoso antídoto contra o desânimo e a dor. Saber que não somos perfeitos e que também somos passíveis de erro, aliado ao sentimento de que apesar dos pesares podemos contar com a graça e a misericórdia de Deus, é algo de grande valor e que nos ajuda a enfrentar a grande luta pela saúde física e mental em meio às dores da alma.

Sendo assim segue abaixo algumas dicas para enfrentar os momentos de dores:

1) Não ofereça resistência – A dor virá como em um ciclo, e quando ela vier o mais sensato a fazer é manter a calma e a confiança de que não é o fim. Espere e mantenha sua cabeça erguida. Saiba e confie no valor que você tem. Se você tentar resistir a única coisa que acontecerá será um grande e profundo desgaste físico e mental. Aceite esse momento como parte da sua experiência de vida. Não é se conformar, mas aceitar e isso tem uma grande diferença.

2) Determine e pratique o perdão -  Perdão ao ofensor e perdão a si mesmo. Saiba que ninguém é perfeito e que as armadilhas da vida também proporcionam momentos de aprendizado. Lembre-se que o perdão é praticado mesmo que as nossas emoções digam o contrário.

3) Invista na sua auto-estima - Faça algo que lhe dê prazer e confiança.

4) Aproveite a oportunidade para aprimorar o crescimento pessoal - Momentos como este podem e devem ser meios para alcançar um caráter mais elevado.

5) Mantenha em sua memória somente aquilo que ti dá esperança e alegria - Aprenda a dominar sua mente e conduzi-la cativa. Não permita que sua mente fuja de seu controle e siga cavalgando como um cavalo indomável.

6) Orar sem cesar  -  É preciso desenvolver um relacionamento íntimo com Deus. Nos momentos de tristeza e sofrimento da alma, Deus deve ser o nosso refúgio. A solidão que abate a alma dissipa-se quando entendemos que Deus está no controle e que nenhum fio de cabelo de nossa cabeça pode cair sem que seja do consentimento daquele que tudo vê e tudo sabe. Não estamos só nessa longa e difícil jornada, e o Senhor sempre nos ajudará a superar nossos próprios limites.

7) Louve e adore - É extremamente importante ter muitos louvores de adoração e libertação em mente. Nesse momento vale o velho ditado popular: "Quem canta seus males espanta". Louvores ajudam a libertar a alma e abrem caminho para o alívio do sofrimento e da dor.

Agora o mais importante:

A VONTADE DE FICAR CURADO

Sem isso, nada feito. Ninguém pode fazer por nós o que não desejamos nós mesmos. Sabe-se que mesmo fisicamente uma pessoa não pode curar-se sem que haja uma íntima vontade e desejo de se estar curado. Não são os médicos que fazem milagres, eles fazem a parte deles. Mas o maior trabalho fica por conta da própria pessoa. Como disse um certo pastor: "Nós somos provocadores de milagres."

ACREDITE: A CURA É POSSÍVEL.

LEMBRE-SE:

“Deus é o nosso refúgio e nossa fortaleza. Socorro bem presente no dia da angústia”

Nº de visitantes