quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FAMÍLIA, O PILAR DA SOCIEDADE SUSTENTÁVEL

Ao contrário do que a nossa sociedade dita “moderna” tem anunciado e vivenciado, a família ainda é, e continuará sendo o principal alicerce da formação de um mundo sociavelmente mais justo e equilibrado. Já diziam no passado certos sociólogos: “A família é a célula mãe de toda a sociedade”. Esta afirmação não deveria ser meramente um punhado de palavras sem importância e que ficaram presas ao passado, mas ser vivida na prática social de cada indivíduo, principalmente e primordialmente entre os cônjuges, tanto nos dias atuais como nos vindouros, haja vista os crescentes, complexos e profundos problemas vividos no âmbito social vigente.
Mas o que constitui uma família? Qual a origem e quais as suas responsabilidade?
Em primeiro lugar deve-se destacar que a família não teve origem na mente de um cientista, sociólogo ou ganhador de algum prêmio Nobel. A origem da formação da família vem do próprio criador dos céus e terra. Deus ao criar a humanidade verificou e testificou que não seria bom que o homem, (sexo masculino), vivesse só, mas que faria para ele uma auxiliadora, (sexo feminino), que lhe fosse idônea. Homem e mulher deveriam agora unir-se um ao outro formando os dois uma só carne. Este mistério prefigurou a criação da família e tem um peso enorme no centro de todo discurso filosófico ou prático em favor da sustentabilidade da mesma.
Nota-se claramente que sendo ambos uma só carne, deveriam então observar os princípios que norteariam todo o contexto, sem o qual trariam problemas e conseqüências até então inimagináveis.
O princípio da fidelidade e da aliança comprometedora foi estabelecido e autenticado no reino espiritual e terreno, gerando então o casamento que teria como objetivo a perpetuação da espécie humana e a realização pessoal de cada indivíduo e, por conseguinte um mundo mais justo e equilibrado. Não é por acaso que antes de assumirmos definitivamente esta aliança, somos argüidos de nossa responsabilidade diante de Deus e demais testemunhas nas regiões celestes e terrena formulando um voto: “Ser fiel na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza ou na pobreza, amando e respeitando todos os dias até que a morte os separe”.  Observe que esse tipo de voto transforma o amor sentimento em amor compromisso. Aliás, o amor é compromisso.  Compromisso acima de tudo com o Criador e Mantenedor de todas as coisas. Um voto é algo que deveria ser levado a sério sob pena de graves conseqüências para nós e para os outros. Este fato é tão relevante que somos advertidos que é melhor não fazer um voto do que fazê-lo e não cumpri-lo. Atente para o texto abaixo:
“Guarde o pé quando entrares na casa de Deus; chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolo, pois não sabem que fazem mal. Não te precipite com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está no céu, e tu, na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras. Porque dos muitos trabalhos vêm os sonhos, e do muito falar, palavras néscias. Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolo. Cumpra o voto que fez. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras. Não consintas que a tua boca te faça culpado, nem digas diante do mensageiro de Deus que foi inadvertência; por que razão se iraria Deus por causa da tua palavra, a ponto de destruir as obras das tuas mãos?” (Eclesiastes 5:1-6).
Caro leitor deste artigo, deu pra entender a seriedade do compromisso assumido em um casamento?
A falta na observância deste elemento tão importante na geração de uma família ainda em estado embrionário é sem dúvida alguma o principal ponto de partida para as crises conjugais e familiares subseqüentes.
Indo um pouco mais além...
O que constitui uma infidelidade? Qual a sua causa e efeito? O que caracteriza uma quebra de aliança conjugal ou um adultério? Onde é formulada tal conduta?
Se formos capazes de responder com clareza a tais perguntas, chegaremos então ao âmago da questão.
Mas essa questão será assunto de uma nova postagem.
A paz de Cristo esteja contigo.
Rogério Lima.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A TRAGÉDIA SE REPETE

Roberta e seus pais
Provérbios 26.2 diz: Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu vôo, assim também, a maldição sem causa não virá.

No dia 2 de outubro de 2010 o casal Wilson Tafner e Teresa Cobra foram assassinados em Alphaville, na Grande São Paulo. Tafner foi morto no quarto, com 10 facadas. A mulher dele foi assassinada no corredor, com 16 facadas. Diante das suspeitas, Roberta Tafner e seu marido, William Souza, foram indiciados por homicídio triplamente qualificado e tiveram suas prisões decretadas. O motivo do crime, de acordo com as primeiras investigações foi que Roberta, a filha do casal e o marido queriam ficar com a herança dos pais dela, um patrimônio avaliado em R$ 60 milhões.
Essa história está se repetindo. Em novembro de 2002 outro assassinato chocou a opinião pública. O engenheiro Manfred von Richthofen e sua mulher, a psiquiatra Marísia, foram mortos depois da execução de um plano arquitetado entre Suzane Richthofen e seu namorado Daniel Cravinhos. A família não tinha problemas financeiros. A filha estudou em um dos melhores colégios da cidade, falava 3 idiomas, era estudante de direito numa boa faculdade.

Diante de fatos como esses fica uma pergunta: O que aconteceu? Não seria as condições financeiras bem resolvidas, e a formação intelectual e profissional, o suficiente para deter tais tragédias?

Como podemos verificar, a resposta é um grande NÃO!

O problema está vinculado com a formação do caráter. Segundo o dicionário Aurélio, caráter pode ser definido como o conjunto das qualidades (boas ou más) de um indivíduo, e que lhe determinam a conduta e a concepção moral. Já dizia o filósofo Aristóteles: " Nosso carater é resultado de nossa conduta.". O caráter de uma pessoa começa a ser formado ainda nos primeiros meses de vida, e vai sendo construido ao longo dos anos que se seguem. São formados pelos valores agregados que são recebidos principalmente por aqueles que estão próximos, como guardiões e responsáveis. Neste sentido é possível afirmar que a família tem um papel indispensável e primordial na formação do caráter do indivíduo. Os pais sem dúvida alguma são totalmente cumplices deste processo, e a falta da participação afetiva e efetiva na vida dos filhos é sim, um elemento degradante e corrosivo para o caráter dos mesmos. Não basta ter recursos materiais; não basta "enganar" os filhos com bens de consumo e outros aparatos; não basta os melhores colégios, as roupas mais caras ou o melhor da tecnologia. A presença da mãe e do pai no cotidiano da vida dos filhos faz toda a diferença. O problema é que estamos vivendo uma sociedade que inverteu os valores. O movimento sutíl e deteriorante da cultura pragmática e edonista presente principalmente na mente dos pais "modernos" estão lesando a formação do caráter dos filhos. Na atual conduta paternal, o que importa é o prazer, não dos filhos, mas dos próprios pais. É a cultura do prazer pelo prazer, não importa o preço que se pague. Os país "modernos estão mais preocupados com suas posições sociais, com as aparências, e na satisfação pessoal. Os filhos "modernos" estão sendo ensinados a competir e alcançar sempre os primeiros lugares, mesmo que seja preciso passar por cima da ética e da moral, até porque muitas vezes são reflexos da própria imagem de seus progenitores. Para terem todos os aparatos tecnológico "necessário", os pais tem que trabalhar até consumir todo o tempo. Os filhos que deveriam receber o aprendizado básico com eles, são deixados nas mãos de creches, babas, avós, tios, vizinhos. Os pais desta nova geração esquecem que de fato o ser humano necessita de pouca coisa. Além da alimentação, abrigo, atenção e carinho, ele precisa de Deus. Os pais precisam ensinar seus filhos a buscar a face de Deus, a depender de Deus, orar com eles, ensinar sobre as coisas espirituais, tais como, céu, inferno, morte e vida eterna, Deus e o diabo. Esses assuntos devem também fazer parte da vida dos filhos, afinal de contas não somos apenas matéria.
Sem sombra de dúvidas, a ausência do ensinamento por parte dos pais dos valores espirituais no aprendizado de seus filhos é um dos fatores que tem colaborado com o aumento da violência na família, na escola e na sociedade em geral.

Nessa sociedade consumista e materialista que tem surgido nos últimos tempos, logo notícias como as que foram apresentadas acima serão uma rotina na vida de muitas famílias.

Lembre-se:  Se O SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.(Sl 127.1)  -  Ensina o menino no caminho em que deve andar. e mesmo quando envelhecer não se afastará dele. Proverbios 22:6

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O BISCOITO

Uma jovem estava a espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar várias horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou também um pacote de biscoitos.
Sentou-se numa poltrona, na sala vip do aeroporto, para poder descançar e ler em paz. Ao lado da poltrona onde estava o saco de biscoitos sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.
Quando ela pegou no primeiro biscoito, o homem também tirou um. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou:

- " Mas que atrevido! Se eu estivesse com disposição, dava-lhe um soco no olho, para que ele nunca mais se esquecesse desse atrevimento."

A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo foi deixando-a cada vez mais indignada, mas não conseguia reagir.
Quando restava apenas um biscoito, ela pensou:

- "Ah... o que esse abusado vai fazer agora ?"

Então o homem dividiu o último biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.

Ah! Aquilo era demais. Ela estava soprando de raiva. Então pegou no livro e no restante de suas coisas e se dirigiu a porta de embarque.
Quando se sentou confortavelmente numa poltrona, já no interior do avião, olhou para dentro da bolsa para tirar os óculos. Para sua grande surpresa, viu intacto o pacote de biscoitos que tinha comprado.

Sentiu uma imensa vergonha. Percebeu que quem estava errada era ela. Havia esquecido que tinha guardado o pacote de biscoitos dentro da sua bolsa. O homem tinha dividido os biscoitos dele com ela, sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado. Entretando ela havia ficado muito transtornada pensando estar a dividir os biscoitos dela com ele, e já não havia ocasião para se explicar... pedir desculpas.

Lições preciosas podemos tirar para a nossa família.

1º - Nem sempre temos razão.

2º - As aparências enganam.

3º - As vezes pensamos em fazer o mal, ( e fazemos ), com aqueles que nos querem o bem.


 
concluindo...

EXISTE 4 COISAS QUE NÃO SE PODE RECUPERAR:

- A pedra depois de atirada.
- A palavra depois de proferida.
- A oportunidade depois de perdida.
- O tempo depois de passado.

CUIDE BEM DE SUA FAMÍLIA, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

AMOR MAIS QUE PALAVRAS

A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado dela está seu noivo Nick de 23 anos..
  
 A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos EUA. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação.  Nick aguarda o fim das sessões.
 Apesar de sentir muita dor, e vários órgãos estarem apresentando falências e de ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes.


O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.


 Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.


O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.


 Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.
 No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco. A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.
Katie morreu 5 dias depois do casamento.
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba." - I Cor. 13.

QUEM AMA CUIDA. QUEM NÃO CUIDA, NÃO SABE O QUE É O AMOR.

Outra lição preciosa:   Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios, nos faz pensar... 
NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS.
ACREDITE!
AINDA QUE TODAS AS CIRCUNSTÃNCIAS DIGAM QUE NÃO.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

DOR DA ALMA

TENTANDO EXPLICAR O INEXPLICÁVEL

Falar sobre dores da alma é falar sobre um tipo de dor extremamente maior do que as dores físicas, até porque as dores da alma influenciam diretamente na intensidade com que sentimos as dores no nosso corpo. Essas dores podem ser muito bem traduzidas por uma noite escura, ou um grande vazio, como se tivéssemos nos deparando com um abismo infinito, do qual nos parece nunca mais sairemos para encontrar o caminho de volta para a luz. É como se a vida tivesse levado para longe de nós o nosso sonho de felicidade. È uma dor inexplicável, uma dor que insiste em doer mesmo quando não estamos conscientemente pensando nas circunstâncias que causaram a dor. Dormimos com ela e quando acordamos, ela ali permanece. Dói o peito, dói os olhos, dói o coração, e as vezes dói tanto que não sabemos bem onde dói. Todos os anos possíveis gastos em terapia podem até amenizar os sentimentos dolorosos, mas não poderá apagá-lo. O tempo também não apaga. Mesmo que a memória procure mil maneiras de esquecer, haverá sempre aquele dia, e até varias vezes no dia,  em que um fato ou qualquer outra coisa nos fará recordar, e junto com a recordação, como num ciclo vicioso, a sensação da dor, ainda que em menor escala, encontra o seu lugar. Sempre haverá datas, locais, momentos e fatos que nos farão sentir aquilo que não desejávamos mais sentir. No princípio, como um mecanismo de defesa que nos protege contra o sofrimento e contra o embate imediato das mudanças bruscas que teremos que enfrentar, tentamos negar o fato traumático, mas pouco a pouco teremos que confrontar a realidade da perda e adaptar-se a nova situação que virá acompanhada da baixa auto-estima, sentimento de derrota e depreciação da vida. Em seguida vem a raiva que resulta de uma grande frustração. Mistura-se nessa confusa, complexa e perplexa situação, uma profunda tristeza que assola a alma e nos faz repensar no valor e sentido da própria vida. Começamos então a questionar os próprios sonhos.

Em quadros como esse, é normal sentir que os sonhos se foram e a sensação é que eles já não se fazem mais necessários, porém é exatamente nesse momento que devemos mantê-los de pé, firmes e intocáveis. São os sonhos e o desejo de que se realizem, que nos ajudarão a caminhar dentro dessa nova e dolorosa realidade. Lettie Cowman afirma: “A provação vem não só para testar o nosso valor, mas para aumentá-lo. O carvalho não é apenas testado, mas fortalecido pelas tempestades”.

Mas como? Essa deve ser a pergunta mais importante de nossas vidas! Como é possível viver assim? Se você tem passado a vida olhando para trás pensando no que perdeu, ou olhando para frente, ansioso com o que ainda virá, você pode estar perdendo um dos maiores e mais importantes espetáculos que está acontecendo agora mesmo e que se chama: HOJE! Para isso, vamos pensar no dia de hoje! Quantas pessoas estão nesse exato momento internadas, recebendo a notícia de que não vão mais poder andar... nunca mais... ou que ficarão cegas e não poderão ver o sorriso lindo de uma criança feliz, ou uma flor se abrindo na primavera? Agora, olhe para você! Me diga: quão abençoado é você! Então, temos ou não mil e uma bênçãos pelas quais agradecer? Sabe por quê? Porque “embora ninguém possa voltar atrás e escrever um novo começo, cada um de nós pode começar agora a escrever um novo final para a sua história”. A gratidão é sem dúvida alguma um poderoso antídoto contra o desânimo e a dor. Saber que não somos perfeitos e que também somos passíveis de erro, aliado ao sentimento de que apesar dos pesares podemos contar com a graça e a misericórdia de Deus, é algo de grande valor e que nos ajuda a enfrentar a grande luta pela saúde física e mental em meio às dores da alma.

Sendo assim segue abaixo algumas dicas para enfrentar os momentos de dores:

1) Não ofereça resistência – A dor virá como em um ciclo, e quando ela vier o mais sensato a fazer é manter a calma e a confiança de que não é o fim. Espere e mantenha sua cabeça erguida. Saiba e confie no valor que você tem. Se você tentar resistir a única coisa que acontecerá será um grande e profundo desgaste físico e mental. Aceite esse momento como parte da sua experiência de vida. Não é se conformar, mas aceitar e isso tem uma grande diferença.

2) Determine e pratique o perdão -  Perdão ao ofensor e perdão a si mesmo. Saiba que ninguém é perfeito e que as armadilhas da vida também proporcionam momentos de aprendizado. Lembre-se que o perdão é praticado mesmo que as nossas emoções digam o contrário.

3) Invista na sua auto-estima - Faça algo que lhe dê prazer e confiança.

4) Aproveite a oportunidade para aprimorar o crescimento pessoal - Momentos como este podem e devem ser meios para alcançar um caráter mais elevado.

5) Mantenha em sua memória somente aquilo que ti dá esperança e alegria - Aprenda a dominar sua mente e conduzi-la cativa. Não permita que sua mente fuja de seu controle e siga cavalgando como um cavalo indomável.

6) Orar sem cesar  -  É preciso desenvolver um relacionamento íntimo com Deus. Nos momentos de tristeza e sofrimento da alma, Deus deve ser o nosso refúgio. A solidão que abate a alma dissipa-se quando entendemos que Deus está no controle e que nenhum fio de cabelo de nossa cabeça pode cair sem que seja do consentimento daquele que tudo vê e tudo sabe. Não estamos só nessa longa e difícil jornada, e o Senhor sempre nos ajudará a superar nossos próprios limites.

7) Louve e adore - É extremamente importante ter muitos louvores de adoração e libertação em mente. Nesse momento vale o velho ditado popular: "Quem canta seus males espanta". Louvores ajudam a libertar a alma e abrem caminho para o alívio do sofrimento e da dor.

Agora o mais importante:

A VONTADE DE FICAR CURADO

Sem isso, nada feito. Ninguém pode fazer por nós o que não desejamos nós mesmos. Sabe-se que mesmo fisicamente uma pessoa não pode curar-se sem que haja uma íntima vontade e desejo de se estar curado. Não são os médicos que fazem milagres, eles fazem a parte deles. Mas o maior trabalho fica por conta da própria pessoa. Como disse um certo pastor: "Nós somos provocadores de milagres."

ACREDITE: A CURA É POSSÍVEL.

LEMBRE-SE:

“Deus é o nosso refúgio e nossa fortaleza. Socorro bem presente no dia da angústia”

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

FAMÍLIA X NOVELA

O MINISTÉRIO DA FAMÍLIA ADVERTE: NOVELA FAZ MAL A SAÚDE DA FAMÍLIA.

Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas. Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo - cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90.

Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, "a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível" nas cidades do país.

Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local. Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas. "O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo", afirmou Chong.

Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.

O enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.

Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros.

Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um "caso interessante de estudo".

Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002. "A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras", diz a pesquisa.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

SEGURANÇA NO CASAMENTO


Na união conjugal encontram-se, frente a frente, duas pessoas sem máscaras. Cada uma é amada por si mesma, pelo que é, e não pelo que tem. Nenhum deles tem que justificar-se ou defender-se, nem ganhar a estima através do seu próprio desempenho. Uma mulher contou, depois de dezasseis anos de casada: “O meu marido disse-me sempre: “Casei-me contigo porque queria sentir a tua presença como algo de normal”. Isto não parece excessivamente afectuoso, mas o que quer dizer é: sinto-me bem contigo. Posso confiar em ti. É bom saber que não tenho de lutar constantemente por ti nem tenho que causar-te boa impressão”. Com isto também quer dizer: “Sem ti não sei compreender-me a mim mesmo. Tu pertences-me e eu pertenço-te”.

Um momento decisivo na trajectória amorosa de duas pessoas dá-se quando ambos notam que se pertencem mutuamente. Esta descoberta estabelece uma profunda intimidade e, por isso, tanto ele como ela sentirão um mesmo desejo: proteger e ser protegido.

Muitos casais felizes decidiram abandonar rapidamente o desejo de se impressionarem mutuamente. Cada qual pode ser tal como é com o outro, e descansar de tantas regras e desempenho de papéis impostos pela sociedade. Assim podem recuperar forças para novas tarefas. Que importam os problemas diários no local de trabalho, se há uma pessoa a quem se pode contar todas as preocupações, e cujo amor vale mais do que todas as ofensas?

Evidentemente, nem sempre é fácil criar um sentimento de segurança dentro do casal. É preciso tempo e esforço, e não basta dedicar-se ao tema de vez em quando, nalguns momentos livres. Os desejos, as esperanças e os anseios, tanto como as dificuldades psicológicas e as sensibilidades dos cônjuges, devem ser levados a sério. Às vezes é necessário fugir do desagradável, superar situações embaraçosas e ter em conta a susceptibilidade do outro. Sem dúvida que também faz parte do amor escutar com verdadeiro interesse tudo o que o outro deseja contar.

Há pouco tempo, um homem infeliz no seu casamento dizia-me: “Já não gosto das viagens de negócios como gostava dantes, pois não tenho ninguém a quem contá-las, depois”. A disposição para ouvir, receber e tomar parte na vida do outro é certamente o maior presente que se pode dar a uma pessoa. Infelizmente há muitos que nos dão ouvidos e até nos dão conselhos, sem se interessarem verdadeiramente: Não levam a sério o que o outro lhes diz e nem sequer lhes interessa o que lhe responde.

Um sintoma frequente da confiança é partilhar um segredo. Cada casal tem o seu, algo que só os cônjuges conhecem. Pode tratar-se de coisas extremamente insignificantes: por exemplo, o suplício que foi para ela a última festa de família, ou a vertigem de que ele sofre. Cada um mostra-se ao outro tal como é, sem sentir vergonha. Quanto mais intimidade houver na vida do casal, mais probabilidade há de que se guarde o segredo. Pelo contrário, aquele que faz mau uso do segredo, mostra que já não tem amor.

O grau de confiança de um casal depende em grande medida de que ambos os cônjuges tenham a sensação de ser o mais importante para o outro.

Conversando com mulheres divorciadas ouve-se com uma frequência surpreendente: “O meu marido nunca me deu a entender que eu fosse algo de especial para ele; eu não significava para ele mais do que as outras pessoas: não se preocupava comigo, eu era-lhe indiferente”. Se somos informados de que o nosso avião sai com algumas horas de atraso e, em consequência chegaremos a casa muito mais tarde, corremos para o telefone mais próximo para dizer, a alguém que está à nossa espera, que não se preocupe. E se não temos ninguém a quem falar, porque ninguém nos espera, sentir-nos-emos, possivelmente, muito sós.

Jutta Burggraf, no livro O Desafio do Amor Humano, DIEL, 2000 – Editora Quadrante

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

INFIDELIDADE MENTAL

PEQUENOS PASSOS EM DIREÇÃO AO ABISMO CONJUGAL.

Li há tempos atrás, (não sei quando, onde ou quem escreveu), a seguinte frase:

Se nossos pensamentos pudessem deixar rastros, teríamos um maior número de divórcios.”

Assim que li tal frase, num primeiro momento achei um tanto quanto exagerada, mas dando tempo para “digerir” e refletindo um pouco mais, entendi o quanto o autor foi feliz em sua colocação.

Passei então a buscar base bíblica para tamanha conjectura no ambiente matrimonial e deparei-me com a seguinte passagem:

“Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para cobiçar, já em seu coração cometeu adultério”. (Mateus 5:28).

Jesus, conhecedor da totalidade humana, foi ao centro da questão e definiu de forma clara a origem da infidelidade conjugal. A mente. Aliás, não poderia deixar de ser. Todas as nossas “batalhas” no campo do corpo e alma são travadas na mente.

A mente é como uma esponja que absorve todas as informações levadas ao cérebro por meio dos sentidos onde são decodificadas e catalogadas, sendo guardadas em “pastas de arquivo”, que em dado momento, de acordo com as circunstâncias, serão abertas e utilizadas sob a forma de decisões; ou seja, muitas de nossas decisões, certas ou erradas, são oriundas de informações pré-concebidas. Não é por acaso que no capítulo 6 e versos 22 e 23 do mesmo livro, Jesus completa: “ A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!”

Neste sentido é válido afirmar que o casal que tem como prática o desfolhar de revistas ou assistir a filmes de cunho pornográfico para “apimentar a relação” estão alimentando de forma perigosa suas mentes com informações que cedo ou tarde trarão conseqüências terríveis e desastrosas para toda a família. É apenas uma questão de tempo. Esse tipo de conduta abre as portas do adultério, primeiro mental e depois físico, faltando apenas uma pequena oportunidade. Coisa mínima.

Por este motivo o cultivo de uma mente pura e fiel é uma poderosa arma contra o adultério e seus males. Pense nisso. A FIDELIDADE COMEÇA NA MENTE.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

PRINCÍPIO BÁSICO DO CASAMENTO

O casamento é uma das etapas mais emocionantes de nossa vida social, mas também é a de maior responsabilidade, e vou explicar esta afirmação. Veja algumas definições abaixo:










" Casamento é a união solene entre duas pessoas de sexos diferentes, com legitimação religiosa e civil. "  (Mini Dicionário da Lingua Portuguesa - Aurélio Buarque de Holanda Ferreira - Editora Nova fonte ).

" Contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais." ( Dicionário Priberam de Lingua Portuguesa ).
" União legal entre homem e mulher, para constituir família." ( Dicionário Michaelis - UOL.)

" Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua mulher, e serão os dois uma só carne." ( Bíblia Sagrada - Ef. 5:31).

Com base nas definições acima, podemos concluir que o casamento é uma ALIANÇA, PACTO, ACORDO, E UMA UNIÃO CONTRATUAL BILATERAL E SOLENE ENTRE DUAS PESSOAS DE SEXOS DIFERENTES, FORMANDO DOS DOIS UMA SÓ CARNE, COM LEGITIMIDADE CIVIL E RELIGIOSA, E QUE DECIDEM DEIXAR SUAS FAMÍLIAS DE ORIGEM PARA CONSTITUIREM SUA PRÓPRIA FAMÍLIA, ASSUMINDO OS DEVERES CONJUGAIS.

Com esta definição em mente pode-se afirmar que o casamento é muito mais que uma simples decisão, e a falta deste conhecimento e da compreenssão por parte dos noivos é sem dúvida um dos motivos do fracasso de tantos matrimônios. Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que em 2007, embora tenham sido realizados 916.006 casamentos no Brasil, 2,9% a mais do que em 2006 (889.828), o número de dissoluções (soma dos divórcios diretos sem recurso e separações) chegou a 231.329, ou seja, para cada quatro casamentos foi registrada uma dissolução.

Analizando a definição de casamento acima, observa-se que o princípio da ESCOLHA, ALIANÇA, COMPROMISSO, RESPONSABILIDADE, FIDELIDADE e UNIDADE, estão claramente inseridos. A união destes princípios forma aquilo que chamamos de AMOR.

O amor não é um sentimento, mas uma ação movida pelos princípios básicos destacados acima. Não podemos dizer que amamos alguém se não o fizermos por meio de uma escolha própria e determinada, firmada em uma aliança compromissada e responsável, com ênfase na unidade e na fidelidade.

Quer saber se você ama alguém de verdade? Faça um teste e responda as perguntas abaixo:

1) Foi uma escolha própria e determinada ?

2) Foi firmado uma aliança, pacto ou acordo bilateral ?

3) Você tem compromisso e responsabilidade com o objeto de seu amor, cuidando com zelo dele ?

4) Você firmou um unidade. ( mesmos objetivos e mesmos sonhos ) ?

5) Você é fiel ?

Se para essas perguntas sua resposta foi SIM, parabéns você ama de verdade. Se você disse não para alguma destas perguntas, é melhor você rever sua posição, pois o verdadeiro amor ainda não faz parte de seu relacionamento.

Concluindo: O PRINCÍPIO DO CASAMENTO É O AMOR.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

FIGURA PATERNA


FORMAÇÃO DO CARATER
Em tempos modernos, quando a figura paterna esta ameaçada por um conceito familiar deturpado, vale a pena ler o que o psicólogo Edson de Assis escreveu: Clik no link abaixo:

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